Pré-candidato ao Palácio do Buriti concentra ataques nas áreas da saúde e da gestão fiscal para defender uma reestruturação da administração pública do Distrito Federal
O pré-candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF), Kiko Caputo (Novo), tem adotado um discurso cada vez mais incisivo contra a atual gestão comandada por Celina Leão, associando a administração ao legado do ex-governador Ibaneis Rocha. A estratégia busca consolidar sua imagem como uma alternativa de oposição para as eleições de 2026.
Nos últimos pronunciamentos, Caputo tem concentrado suas críticas principalmente na saúde pública, área que considera um dos maiores desafios do Distrito Federal. Segundo ele, problemas como filas para cirurgias, dificuldades de atendimento e a pressão sobre a rede pública contrastam com a imagem apresentada pelo governo.
Para o pré-candidato, a situação enfrentada por quem depende do sistema público demonstra a necessidade de mudanças na condução da gestão.
Outro tema recorrente em seus discursos é a situação financeira do Distrito Federal, especialmente diante da crise envolvendo o BRB e o Banco Master. Caputo afirma que o episódio reforça a necessidade de maior responsabilidade na administração dos recursos públicos e de mais transparência na condução das contas do governo.
Ao reunir esses temas, o pré-candidato procura construir uma narrativa baseada na ideia de reorganização da máquina pública. Em diferentes agendas e entrevistas, Caputo tem defendido que o Distrito Federal precisa de um novo modelo de gestão, sustentado por maior eficiência administrativa e revisão das prioridades do governo.
No cenário eleitoral, a estratégia coloca o nome do pré-candidato em uma posição de enfrentamento direto à atual administração, buscando transformar temas como saúde, serviços públicos e equilíbrio fiscal em eixos centrais do debate político.
À medida que a disputa de 2026 se aproxima, a expectativa é de que esses assuntos permaneçam no centro das discussões entre governo e oposição.
